quinta-feira, 19 de abril de 2012

Marly Gribel dá o tom do trabalho de base do NDG

Clique aqui e assista ao vídeo

A combativa colega Marly Gribel apresenta um excelente trabalho de base que precisa se fazer junto aos colegas, aos alunos e a toda a comunidade. Vale a pena assistir e reproduzir na rede social.

9 comentários:

  1. Thiago/Sete Lagoas20 de abril de 2012 01:02

    Excelente! NDG TEM FERAS MESMO!
    EULER, MARLY E TODO NDG, VOCÊS FAZEM A DIFERENÇA EM MINAS GERAIS, SÃO EXEMPLOS A SEREM SEGUIDOS, APLAUDIDOS, VOCÊS FAZEM E MOSTRAM!
    A LUZ QUE EMANA, A VOZ QUE ECOA ALÉM BRASIL.. O TRABALHO EM PROL DE TODOS EDUCADORES!
    ME SINTO HONRADO DE SER PROFESSOR!
    O MEU OBRIGADO E ADMIRAÇÃO!
    Um Grande Abraço
    Thiago /Sete Lagoas

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  2. Prof.Sérgio/Uberlândia20 de abril de 2012 01:04

    Parabéns!!!!!!!!!!!!!
    Estou divulgando!
    Prof.Sérgio/Uberlândia

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  3. O SR. WELITON PRADO (PT-MG. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, Sras. e Srs. Deputados, amanhã, inicia-se em todo o País, a greve nacional dos professores com foco no pagamento do piso nacional da educação.
    Muitos Estados, como Minas Gerais, se recusam a cumprir a lei e pagar o piso definido para a categoria.
    Desde 2008, temos lutado para que a Lei n° 11.738, que instituiu o piso salarial profissional nacional da educação, seja respeitada e cumprida pelos Governos.
    Em Minas, a situação é ainda pior, porque autoritária e totalmente contrária à valorização dos educadores e da educação pública de qualidade e acessível para todos.
    O Governo de Minas, além de não valorizar a categoria e não pagar o piso nacional, lidera uma articulação nacional para alterar o cálculo de reajuste anual do valor do piso. Ou seja, mais uma vez não quer cumprir a lei que está em vigor e que o Supremo Tribunal Federal decidiu que é totalmente constitucional e deve ser cumprida pelos Estados e Municípios.
    A categoria tem como principais lutas:
    - a implantação do piso salarial profissional nacional com o valor defendido pela CNTE para 2012, R$1.937,26, como vencimento inicial na carreira;
    - o cumprimento integral da lei do piso garantindo que um terço da jornada seja destinada para a hora atividade; e,
    - a aplicação do valor do piso para as jornadas de trabalho que estão instituídas nos planos de carreira de Estados e Municípios.
    Ora, este ano, o Ministério da Educação reajustou o valor do piso em 22,22%. No entendimento do MEC, o valor passaria para R$1.451,00. Para a CNTE, porém, deveria ser R$1.937,26.
    O Governo Federal usa como parâmetro de reajuste o investimento por aluno no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica - FUNDEB, como prevê a Lei do Piso do Magistério, sancionada em 2008.
    Esse novo valor é o mínimo, é o vencimento inicial que deve ser pago para professores e é retroativo ao mês de janeiro de 2012. Mas a articulação do Governador de Minas e outros Governadores é para que a forma de cálculo do reajuste seja feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor - INPC, usado para medir a inflação, o que, este ano, daria um aumento médio de apenas 6%.
    Congelar o piso, não pagá-lo ou tentar impedir o direito dos professores a um reajuste maior é um retrocesso nas conquistas dos trabalhadores em educação. E estamos falando de pouco mais de dois salários mínimos.
    Apresentei, inclusive, nesta Casa, moção de repúdio ao Governo de Minas, que é contrário à valorização dos professores de todo o País.
    Na condição de Secretário-Geral da Frente Parlamentar em Defesa dos Servidores Públicos, integro uma comissão de Deputados que vai discutir o piso salarial e defender a valorização da categoria.
    Em Minas, não só não há o pagamento do piso, como o Governo desrespeita as carreiras e as progressões e instituiu outra forma de pagamento de forma autoritária: o subsídio.

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  4. A estratégia do governo estadual é essa, vai modificar o estatuto dos Servidores Públicos Civis e ao mesmo tempo pressiona o governo federal para promover um novo PACTO FEDERATIVO, com a ajuda de outros governantes de estado, principalmente do PT. Dentro desse novo pacto a educação pública tende a perder, pois a ordem do dia é cumprir a pauta do projeto neoliberal retirando direitos dos servidores públicos e beneficiando o setor privado.

    Pergunto aonde está o sindicato da educação pública do estado de Minas Gerais?

    Está fazendo TUR pelo interior de Minas Gerais alienando alguns professores e não fazendo frente aos desmandos do governador, pois senão atrapalha os planos deste. É PRECISO FAZER O PROFESSOR PENSAR QUE SE ESTÁ FAZENDO ALGO, QUANDO NÃO SE ESTÁ FAZENDO NADA, pois o projeto neoliberal está em curso e desestabilizar as massas dividindo-a e desmobilizando frente aos ataques em curso torna-se imperioso e adequado aos governos que coadunam com o sistema e o PT não está fora disso.

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  5. João Paulo Ferreira de Assis disse...
    Peço licença para colocar a carta de uma professora paranaense à Revista VEJA:

    Abaixo estou enviando uma cópia da carta escrita por uma professora que trabalha no Colégio Estadual Mesquita, à revista Veja. Peço por favor que repasse a todos que conhece, vale a pena ler.
    Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberta de Abreu Lima “Aula Cronometrada”.
    É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: “os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital” entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
    Que alunos são esses “repletos de estímulos” que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.
    Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola. Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores, e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje “repletos de estímulos”. Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou, o que é ainda pior, envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.

    CONTINUA

    22 de abril de 2012 14:35

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  6. João Paulo Ferreira de Assis disse...
    Continuação

    Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
    Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria. Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais.
    Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?
    E, nas aulas, havia respeito, amor pela Pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas “chatas” só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
    Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
    Hoje, professores “incapazes” dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a "passeios interessantes", planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
    E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom.
    Além disso, esses mesmos professores “incapazes”, elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
    Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40h semanais.
    E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.
    Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de “cair fora”.Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que se esforcem em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de “vaca”,”puta”, “gordos “, “velhos” entre outras coisas.
    Como isso é motivante..e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.
    Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
    Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
    E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
    Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros.

    22 de abril de 2012 14:47

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  7. João Paulo Ferreira de Assis disse...
    Continuação

    Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade..
    Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos se sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo
    Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
    Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e “incapazes” de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.
    Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
    Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata
    Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal quando um aluno o xinga, o agride... chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente (capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores), chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores, deve ser a carreira mais bem paga do país, afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores, até mesmo os "alfabetizados funcionais".
    Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!! Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves, vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.

    Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!


    Mesmo quem não atua como docente, um dia passou por uma escola e tornou-se o que você é hoje! COLABORE E ENVIE PARA SEUS AMIGOS(AS).

    22 de abril de 2012 14:49

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  8. João Paulo Ferreira de Assis29 de abril de 2012 15:48

    João Paulo Ferreira de Assis disse...

    Peço permissão para reproduzir meu comentário no blog do Euler:
    João Paulo Ferreira de AssisApr 28, 2012 11:34 PM

    Prezado amigo e companheiro de luta Professor Euler

    Prezados companheiros de luta

    Este projeto 3099/2012 me trouxe uma reflexão profunda. Creio que a tentativa de nos retirar mais um direito, o de afastamento da regência, é porque milhares de professores, eu inclusive, estamos solicitando nosso afastamento. Anastasia enfim percebeu que os mais experientes estão se afastando, e ele ficará na mão. Bancou o ditador, e vai ficar na mão, pois a maioria dos nossos substitutos não tem a nossa experiência, e a qualidade do ensino em Minas Gerais tenderá a cair ainda mais. E Anastasia acabará sendo cobrado pelos pais dos alunos. Ainda vou ver o senhor Mário Assis (que não é meu parente)cobrando o governo pela má qualidade do ensino, e entendendo finalmente que nós tínhamos razão de entrar em greve. E além dos nossos votos, os pais dos alunos também votam, e o projeto Aécio Presidente pode ficar para as calendas gregas, se Dona Inês Maria não pedir ao filho que pelo menos garanta um acordo em que Minas pagaria o bruto, e a União, as gratificações aos professores. Pode ser que Aécio tentando isso tenha seu nome mais apresentável diante de nós. Do contrário vingar-nos-emos dele, derrotando seu projeto presidencial. Talvez mesmo acabando por derrotá-lo em 2014 para o governo do Estado.
    Esta conclusão que eu tirei a respeito da pretensão do Anastasia de nos cassar mais este direito, é derivada da resposta que a Renata Vilhena deu a um professor nas mesmas condições que eu. Que o direito continua, mas o Estado está restringindo sua concessão, analisando caso por caso, porque precisam de nós para melhorar a qualidade da Educação em Minas.
    Acho que a Vilhena deve estar fora da realidade, pois eu e muitos professores mais velhos nos sentimos como laranjas chupadas, em que a maioria das pessoas apenas suga o caldo da laranja e a joga fora com os gomos, o bagaço e a casca. Pois me sinto assim. Sou uma laranja. O caldo e os gomos são o conhecimento que eu tenho. O bagaço e a casca, o meu corpo. O Estado me descartou, aproveitou apenas o meu caldo e me jogou fora com os gomos, que são a maior parte do meu conhecimento.

    Saudações.
    João Paulo Ferreira de Assis.

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  9. Gente,
    Bom dia!
    Temos que trabalhar para ensinar o povo escolher representantes e o momento começa com as eleições de Prefeito. Em seguida vem a de Presidente e governadores e deputados! O choque de Gestão não é para pagar dívida do Estado, eles usam o estado de faixada, o choque de Gestão é para economisar dinheiro para campanha política de Aecinho... na gestão Aecio o choque de gestão era para pagar dívida do estado, ele pagou? não, fez a campanha de Anastazia, agora no primeiro ano de mandato vem de novo com esta hitória de choque de gestão para campanha de Aecio para presidente, quero ver o tombo dele. A Dilma está frente dele nas pesquisas... bem feito! e o aumento do mês de abril, cadê. NDG, parabens pelo trabalho de vcs e estamos com vcs> abraço. Montes Claros, 02/05/12.

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